Escola Base (2ª reimpressão)

(2 avaliações de clientes)
O preço original era: R$45,00.O preço atual é: R$40,00.

Essa é a 2ª reimpressão do livro de maior vendagem da Editora Casa Flutuante. Depois do seu lançamento, alguns ajustes editoriais foram feitos, mas sem alterar o conteúdo investigativo desse caso que continua sendo fonte de estudo em todas as universidades de jornalismo no Brasil.

Sinopse: Em 1994 duas mães acusaram os donos da Escola Infantil Base de terem abusado sexualmente de seus filhos. A imprensa abraçou a leviana versão e, sem ouvir o outro lado, publicou o caso, que teve repercussão nacional. A escola foi depredada, os donos sofreram torturas físicas e psicológicas, perderam todo o seu investimento, além de terem seus nomes, endereços e rostos divulgados nacionalmente — tudo isso antes de qualquer prova incriminadora. As mães acusaram, a imprensa julgou e o público praticou a justiça com as próprias mãos. Alguns meses depois, o caso foi arquivado por falta de provas e os acusados considerados inocentes. Mas o estrago estava feito. Duas décadas depois, este livro-reportagem procura e encontra os principais personagens do Caso Escola Base, o maior crime da imprensa brasileira contemporânea.

Sobre o autor: Emílio Coutinho nasceu em São Paulo, no ano de 1985. Após viajar por vários estados brasileiros e conhecer de perto a diversidade do país, resolveu se tornar jornalista para dar voz aos que não tem e mostrar que o Brasil é bem diferente das simplificações geralmente apresentadas pela mídia. O jornalismo investigativo foi a área que mais lhe atraiu e por isto escolheu como tema para seu primeiro livro-reportagem algo que lhe proporcionasse viver essa experiência de perto. Formou-se em jornalismo pelo FIAM FAAM – Centro Universitário, mesma instituição na qual é mestrando. Atualmente é editor do Portal Casa dos Focas, página voltada para estudantes de jornalismo (www.casadosfocas.com.br).

Quer ler um capítulo do livro? Acesse: Vasculhando os locais, procurando as vítimas

2ª reimpressão esgotada. Para comprar a 3ª reimpressão acesse:
Escola Base (3ª reimpressão)

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Título: Escola Base: Onde e como estão os protagonistas do maior crime da imprensa brasileira
Formato: Impresso 14x21cm, 136 páginas
Tipografia textos: Minion Pro
Tipografia títulos: Kingthings Trypewriter 2
Papel miolo: Pólen 80g/m²
Papel capa: Cartão Supremo 250g/m²
Diagramação: Israel Dias de Oliveira
Ano de publicação: 2016
ISBN: 978-85-5869-008-9
Editora: Casa Flutuante
Autor: Emílio Coutinho

Atributos Valor
Dimensões 14 × 21 cm

2 avaliações para Escola Base (2ª reimpressão)

  1. Avatar de Raulino Júnior
    Raulino Júnior

    Não precisa fazer nenhuma pesquisa para afirmar que, de 1994 para cá, é quase impossível ter um estudante ou profissional de Jornalismo, no Brasil, que não conheça o Caso Escola Base. Se tem, as faculdades estão falhando. O emblemático episódio começou a figurar nas manchetes dos jornais, rádio e TV em março daquele ano e, por falta de um requisito básico da prática jornalística, a apuração, “matou” socialmente seis pessoas. Explico: Icushiro Shimada, Maria Aparecida Shimada e Paula Milhim, donos da Escola de Educação Infantil Base, localizada em São Paulo, foram acusados de abuso sexual por Cléa Parente e Lúcia Tanoue, mães de estudantes da instituição. Além deles, Maurício Alvarenga (marido de Paula e motorista do transporte escolar) e o casal Mara França e Saulo Nunes (pais de aluno da Escola Base) também foram acusados de fazer parte do suposto esquema de pedofilia. O fato é que a imprensa, capitaneada pela Rede Globo, dona do furo jornalístico (Cléa e Lúcia entraram em contato com a emissora com o objetivo de que a denúncia não deixasse de ser investigada e, claro, buscando uma notoriedade para o caso), tomou a queixa das mães como verdade e uma série de reportagens que exploravam o episódio de forma sensacionalista foram veiculadas a partir de então. O estopim foi a reportagem da Globo, conduzida por Valmir Salaro, no Jornal Nacional, em 29 de março de 1994. A única “prova” sobre o “crime” que os jornalistas tinham era o depoimento das mães e as declarações de Edélcio Lemos, delegado do caso, que também deixou de cumprir a sua função com responsabilidade. Por falta de provas, o inquérito foi arquivado, mas os acusados ficaram com marcas que ressoam até hoje.

    No intuito de descobrir como o caso marcou a vida dos envolvidos, o jornalista e editor-chefe do portal Casa dos Focas, Emílio Coutinho, lançou, em 2016, o livro-reportagem Escola Base: onde e como estão os protagonistas do maior crime da imprensa brasileira (Editora Casa Flutuante, 135 páginas). Com prefácio de Heródoto Barbeiro, a obra traz um significativo trabalho de investigação de Emílio. Em dez capítulos, o jornalista descortina a história e mostra para o leitor o que aconteceu com as pessoas que participaram diretamente dela. A narrativa é interessante e quem lê se coloca o tempo todo no lugar de Coutinho, na difícil jornada de busca dos personagens, uma vez que, na época de lançamento do livro, o episódio já tinha 22 anos de ocorrido. O casal Shimada, por exemplo, já morreu. E será que todo mundo quis falar sobre o caso ou, como alguns jornalistas que cobriram, na época, as pessoas preferiram o silêncio? No livro, Emílio Coutinho narra todas as aventuras para colher os depoimentos e consegue uma entrevista exclusiva com Valmir Salaro, um dos poucos profissionais que reconhecem o erro. A leitura vale a pena.

    Em tempo: Emílio Coutinho está prestes a lançar mais um livro sobre o caso, mas com outra perspectiva. Trata-se de O Filho da Injustiça, parceria do jornalista com Ricardo Shimada, filho do casal Shimada. De acordo com uma postagem do próprio Emílio, no portal Casa dos Focas, o livro “mostrará outro aspecto dessa história e colocará o leitor na pele de umas das vítimas mais próximas da Escola Base”. Vamos aguardar.

  2. Avatar de Raulino Júnior
    Raulino Júnior

    Muito obrigado, Editor! Sempre estarei por aqui!

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